Alma: cavernoso depósito de paixões
Como diria Platão sobre aquela caverna escura
Digo eu sobre a alma
Depósito de paixões
Deve haver nela um sopro rígido
Fatídico, fatal...
Deve haver esse colorido real
Ou colorido assombroso
Ou colorido fantástico
Virtualmente louco...
Deve haver nessa alma
Todo luxo radioso
Como a quem sobra dor
Onde se esconde amor
Onde se deixa atingir
Em cheio
Em xeque
Deve haver medo
Medo de estar só
De ficar só
De criar
E virar pó
Só
Deve haver desejo
Uma trava
Um meio
Uma forma mal acabada de dizer o q se quer dizer
Uma forma de ver melhor
De ser melhor
Sem vias fatais
Aquém de soluções tão mortais
Deve haver
Em algum lugar
A forma exata
O enquadre perfeito
A luz correta
O ponto certo
E antes do anjo eterno
Um começo-final
Sim, deve haver
Bem onde não se sabe
E quem quer mesmo saber?!
Sobra sempre um deve
Um haver
Um desejo
E palavras leves, perdidas
De solto viver!
Digo eu sobre a alma
Depósito de paixões
Deve haver nela um sopro rígido
Fatídico, fatal...
Deve haver esse colorido real
Ou colorido assombroso
Ou colorido fantástico
Virtualmente louco...
Deve haver nessa alma
Todo luxo radioso
Como a quem sobra dor
Onde se esconde amor
Onde se deixa atingir
Em cheio
Em xeque
Deve haver medo
Medo de estar só
De ficar só
De criar
E virar pó
Só
Deve haver desejo
Uma trava
Um meio
Uma forma mal acabada de dizer o q se quer dizer
Uma forma de ver melhor
De ser melhor
Sem vias fatais
Aquém de soluções tão mortais
Deve haver
Em algum lugar
A forma exata
O enquadre perfeito
A luz correta
O ponto certo
E antes do anjo eterno
Um começo-final
Sim, deve haver
Bem onde não se sabe
E quem quer mesmo saber?!
Sobra sempre um deve
Um haver
Um desejo
E palavras leves, perdidas
De solto viver!

1 Comentários:
gostei... diz tudo... ah, essa alma... oq fazer com ela afinal??? Aho que teremos que metê-la numa sacola (como àquela velha viola), e ir viajar...
BJOS!!!
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