Canção Onírica
Era frio, the doors na vitrola,
E bem atrás de mim um sol poente.
Minhas mãos estavam sujas de tinta,
Cheiravam a tinta fresca
E meu cérebro rodava marcado de rum.
Mas eu sabia bem o que queria,
Sabia mais de você
Do que de minha própria vida;
E colocava a nós dois em xeque
Sempre te mantendo sob o poder de uma reticência.
De fato não havia decência,
Eu era um crime,
Uma falta de hopitalidade...
Em ambas as partes
Mas você exalava em cada palavra
Um cheiro inebriante de cigarro importado
Que se misturava harmonicamente com minhas tintas...
Assim como sua imaturidade
Se confundindo com minha fantasia...
E eu sempre lhe dizia:
“Pra que álcool, honey, se tenho tintas?”
E você respondia numa risada alta e sarcástica que tomava todo o ambiente:
“Pra que tinta, angel, se tenho vida ... e seu pudor”
Me anulava sempre sua fala!
E a gente brindava com cores diferentes
Pintando um novo quadro
Com traços cada vez mais envolventes
Terminando no quarto
Que não possuía paredes
Só nosso desejo mais ardente
Um tapete
O chão
Você e eu
Completamente bêbados
Inebriados do mais intenso e perfeito
A-M-O-R
[sentimento psicografado!]
E bem atrás de mim um sol poente.
Minhas mãos estavam sujas de tinta,
Cheiravam a tinta fresca
E meu cérebro rodava marcado de rum.
Mas eu sabia bem o que queria,
Sabia mais de você
Do que de minha própria vida;
E colocava a nós dois em xeque
Sempre te mantendo sob o poder de uma reticência.
De fato não havia decência,
Eu era um crime,
Uma falta de hopitalidade...
Em ambas as partes
Mas você exalava em cada palavra
Um cheiro inebriante de cigarro importado
Que se misturava harmonicamente com minhas tintas...
Assim como sua imaturidade
Se confundindo com minha fantasia...
E eu sempre lhe dizia:
“Pra que álcool, honey, se tenho tintas?”
E você respondia numa risada alta e sarcástica que tomava todo o ambiente:
“Pra que tinta, angel, se tenho vida ... e seu pudor”
Me anulava sempre sua fala!
E a gente brindava com cores diferentes
Pintando um novo quadro
Com traços cada vez mais envolventes
Terminando no quarto
Que não possuía paredes
Só nosso desejo mais ardente
Um tapete
O chão
Você e eu
Completamente bêbados
Inebriados do mais intenso e perfeito
A-M-O-R
[sentimento psicografado!]

1 Comentários:
Apenas uma palavra:
QUENTE!!!
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