Pronta Entrega!
[Tem no mercado é só pedir, me faz chorar e é feito pra rir!!!!]
...
Em provas sou de fato provada!
E atesto a mim mesma um fracasso assustador.
Deparo-me com um fato único e inesquecível: não sei quem sou!
Nem sei onde ando, nem o que quero, nem pra onde vou!
Destaco cada folha do calendário numa espera por algo que já chegou... mas nunca é [nem será!?] meu!
Sinto a solidão e a podridão de uma culpa que já nem é mais minha, afasto...
Em meio a escuridão seguro minha arrogância com garras tão afiadas que corto... [suspiro] e paro a pulsação.
Já me é inevitável rever velhos poemas, olhar para os lados...
Ah, será que todo esse tempo andei mentindo?
É fato
Uma confusão tão maravilhosa que me leva a mais explêndida inspiração ;
Uma dor tão profunda de um corte que não sarou, que hoje sinto um prazer arrebatador em enfiar-lhe um punhal e ver sangrar...
e como sangra...
quente, úmido...
Vou gelando... silenciosamente... e num arrepio me vejo,
sob a "luz de um belo parque a nos testemunhar"!
Mas me acho só, numa nuvem de fumaça, em plena desgraça...
Depois de tanto tempo
eu volto a me achar perdida em teus medos, e aceito,
essa voz de um sonho distante me chamando...
num close de uma torneira pingando
E essa mania louca e prazerosa de querer o que não é possível,
e saber...
que eu gosto é do estrago, do arrependimento e do prazer de estar sempre por um fio, prestes a enlouquecer
Gosto de tocar e ver!
Sinto uma saudade louca do fascínio que brota em mim ao ver a nós dois, banhados de tristeza, na dor da solidão, num eterno sofrer!
Nessa atitude falsa de um nada poder fazer!
Eu sinto é saudades dessa loucura sã, das noites de sono perdidas,
Dessa paixão regredida...
Dessa falta...
E você?
...
...
Em provas sou de fato provada!
E atesto a mim mesma um fracasso assustador.
Deparo-me com um fato único e inesquecível: não sei quem sou!
Nem sei onde ando, nem o que quero, nem pra onde vou!
Destaco cada folha do calendário numa espera por algo que já chegou... mas nunca é [nem será!?] meu!
Sinto a solidão e a podridão de uma culpa que já nem é mais minha, afasto...
Em meio a escuridão seguro minha arrogância com garras tão afiadas que corto... [suspiro] e paro a pulsação.
Já me é inevitável rever velhos poemas, olhar para os lados...
Ah, será que todo esse tempo andei mentindo?
É fato
Uma confusão tão maravilhosa que me leva a mais explêndida inspiração ;
Uma dor tão profunda de um corte que não sarou, que hoje sinto um prazer arrebatador em enfiar-lhe um punhal e ver sangrar...
e como sangra...
quente, úmido...
Vou gelando... silenciosamente... e num arrepio me vejo,
sob a "luz de um belo parque a nos testemunhar"!
Mas me acho só, numa nuvem de fumaça, em plena desgraça...
Depois de tanto tempo
eu volto a me achar perdida em teus medos, e aceito,
essa voz de um sonho distante me chamando...
num close de uma torneira pingando
E essa mania louca e prazerosa de querer o que não é possível,
e saber...
que eu gosto é do estrago, do arrependimento e do prazer de estar sempre por um fio, prestes a enlouquecer
Gosto de tocar e ver!
Sinto uma saudade louca do fascínio que brota em mim ao ver a nós dois, banhados de tristeza, na dor da solidão, num eterno sofrer!
Nessa atitude falsa de um nada poder fazer!
Eu sinto é saudades dessa loucura sã, das noites de sono perdidas,
Dessa paixão regredida...
Dessa falta...
E você?
...

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